sexta-feira, 30 de março de 2012

Dead Floor - TLoZ: Majora’s Mask

Pessoal, enquanto eu preparo a continuação do enredo do SotC, vejam isto:

Esta é uma creepy pasta, ou seja, uma lenda que circula por fóruns e sites da rede. As informações para este post foram tiradas do blog minilua.com e do fórum sociedadeanimes.forumeiros.com/fórum.

Aviso: este post possui palavras de baixo calão (não que isso importe).

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Conta a história de um rapaz chamado Matt, ou Jadusable, como é conhecido na internet.

A história, em resumo, é mais ou menos essa:

Matt mudou-se para um novo dormitório na universidade, onde começava seu segundo ano. Um amigo lhe dera um Nintendo 64 velho, que tinha nada além de um controle amarelo e uma fita velhíssima e acabada de um Super Smash Bros.
Enjoado de jogar o mesmo jogo, Matt decidiu ir a uma venda de garagem próxima a fim de conseguir mais jogos e controles para o videogame. Lá ele conseguiu o que queria, e, quando estava saindo, uma casa chamou sua atenção (N/A: Lembrando que, nos Estados Unidos, a vizinhança às vezes combina de fazer uma venda de garagem "conjunta", todas as casas pegam o que não precisam mais e põem à venda).
Tinha apenas uma mesa, que vendia pinturas estranhas, como aquelas de psicanalista. O dono daquela venda era um senhor muito velho, com dentes estragados. Tentado a ver se conseguia mais jogos, Matt perguntou ao velho se ele tinha alguma fita de videogame. Sem saber exatamente o que seria um videogame, o velho saiu dizendo que voltaria em um instante.
Enquanto esperava o senhor voltar, Matt voltou a estudar as pinturas. Eram estranhas, e pareciam entrar em sua mente. Ele achou curioso que um dos desenhos lembrava demais a máscara de Majora, presente no jogo Majora's Mask. E, naquele momento, desejou que o velho conseguisse aquele jogo em especial.
Qual não foi sua surpresa ao ver que o velho voltava com uma fita de N64 nas mãos, cinza, sem nenhuma identificação de qual jogo seria além da palavra "Majora" escrita com caneta permanente. Disse que podia ficar com o jogo de graça, e que pertencera a um garoto que não vivia mais ali na vizinhança mais.

Matt então agradeceu ao velho e saiu. Enquanto ia para o carro, ouviu o senhor dizer "Goodbye, then" (Até mais, então). Ou pelo menos foi o que ele pensar ouvir.
Mas percebeu que estava enganado quando, ao colocar o jogo no videogame, ele notou que já tinha um save file chamado BEN. "Goodbye Ben" era o que o velho queria dizer.

Ele decidiu manter o arquivo, como em homenagem ao garoto (Que ele provavelmente acredita que morreu), e começou a jogar.
O jogo ia bem, tirando o fato de que ninguém o chamava pelo nome que havia colocado no arquivo (Link, nome do protagonista do jogo oficialmente), mas sim, de Ben. Ele ignorou, achando que era um bug. Mas depois de chegar a certa parte do jogo, Matt decidiu apagar o arquivo com o nome BEN e seguir com o seu. Achando que, por ser um cartucho muito velho, um arquivo interferia no outro.
Curiosamente, quando voltou ao seu jogo, ninguém mais o chamava de Link ou de Ben, no lugar do nome, surgia um espaço em branco.
De qualquer forma, Matt continuou a jogar. Ele queria fazer o truque de adicionar um dia a mais no jogo e ter mais tempo de fazer tudo.
Ele foi até a área para conseguir efetuar o "glitch" com sucesso.

Mas o que aconteceu foi algo estranho, ele parou em uma área estranha do jogo, com personagens que não deveriam estar ali. E antes que pudesse resetar o jogo, ele foi transferido para a área central do jogo...
Depois disso, Matt desligou o jogo e, assustado, tentou dormir.
No outro dia, ele voltou à casa do velho, afim de saber mais sobre essa história do garoto Ben. Mas, quando chegou lá, viu que a casa estava à venda. Ele foi falar com um dos vizinhos, e este lhe explicou que o velho já estava para se mudar e conseguira, e que este senhor jamais fora casado, e não tinha contato com seus parentes. Ou seja, Ben não era seu neto, ou filho, ou qualquer parente. Matt então decidiu perguntar sobre a criança, e recebeu a resposta que esperava: Há alguns anos trás, no mesmo dia do seu aniversário, o menino de nome Ben sofrera um acidente e morrera.

Sem mais respostas, Matt voltou para sua casa e decidiu jogar mais um pouco do jogo misterioso. Para sua surpresa, além do arquivo chamado YOURTURN, o arquivo de nome BEN estava de volta, e parecia mais avançado que o anterior que fora apagado.
Mais uma vez, ao jogar no outro dia, Matt percebeu que o arquivo YOURTURN havia se transformado em DROWNED (Afogado). Então, uma luz passou por sua mente. Ben... Afogado... O nome do arquivo não era só por causa de seu destino na última jogada, mas também se referia ao garoto. Ben havia morrido afogado. E, de certo modo, isso estava ligado ao jogo.
Matt está incomodado, não consegue dormir, tem sonhos estranhos, e se sente observado mesmo quando o jogo está desligado. Sem muito o que fazer, ele decide jogar o arquivo novo.
Ele voltou a jogar um tempo depois. Mas quem posta agora é o colega de quarto dele. Disse que Matt (ou Jadusable, como ele chama) voltou para sua casa, e que parecia abatido e abalado com alguma coisa que não contou ao amigo.
Matt retorna. Um pouco melhor, e decidido a enfrentar BEN (que ele agora acredita ser uma entidade presa dentro do jogo, o espírito do menino, que quer ser livre.) e volta a jogar.
Depois disso, é dito que Matt queimou o cartucho. Parece que acabou, mas o próprio diz que aquilo provavelmente jamais teria um final, e que esse "BEN" continuaria a atormentá-lo dentro e fora do cartucho.

Alguns dos relatos de Matt:

8 de Setembro de 2010

15:02 – Meu computador simplesmente… por conta própria… abriu um documento de texto e escreveu as palavras “Olá” e “www.cleverbot.com” por si só. Que… porra… é essa…

15:46 – Entrei naquele site, e é um daqueles sites de “bate papos automáticos”. Eu acho melhor deixar a conversa falar por si só:

8/9/10 – Conversa

Usuário: Olá?
Cleverbot: Olá.
Usuário: Quem é você e como consegue controlar o meu computador?
Cleverbot: Quem sou eu?
Usuário: É claro, esqueci. Você é só um robô.
Cleverbot: Você realmente acha isso?
Usuário: Escute, eu sei que quem está fudendo com meu computador pode ver a minha tela agora.
Cleverbot: Sim.
Usuário: Claro, e eu aposto que você é uma daquelas crianças idiotas que pensam que são os fodões. Você sabe que o que está fazendo agora é ilegal, certo?
Cleverbot: Verdade?
Usuário: Não, imagina… Você está familiarizado com os termos “Invasão de privacidade?” Dê o fora de meu computador, garoto.
Cleverbot: Eu sou o seu computador.
Usuário: História legal. Enfim, eu estou chamando o DPS agora. Você escolheu uma péssima hora pra mexer comigo, criança.
Cleverbot: Então eu devo esperar até você jogar o jogo?
Usuário:… O quê?
Cleverbot: O jogo.
Usuário: Majora’s Mask?
Cleverbot: Sim.
Usuário: Como é que você sabe sobre isso?
Cleverbot: Porque…
Usuário: Porque o que?!
Cleverbot: Eu fiz isso.
Usuário: Fez o quê?
Cleverbot: Eu joguei com você.
Usuário: Mas que porra é essa?!
Cleverbot: Você ficou com medo?
Usuário: Quem diabos é você?
Cleverbot: Ben.
Usuário: A estátua? Você está dentro do meu computador agora?!
Cleverbot: Sim.
Usuário: Como?
Cleverbot: Você me conectou.
Usuário: Como diabos eu te conectei?
Cleverbot: Cabos e cordões.
Usuário: Como?
Cleverbot: Conte-me sobre você.
Usuário: O quê?
Cleverbot: Conte-me sobre você.
Usuário: O que você quer dizer?
Cleverbot: O que realmente assusta você?
Usuário: Que porra é essa?
Cleverbot: Responda.
Usuário: Não.
Cleverbot: Responda.
Usuário: Que porra é essa, caralho!? Como diabos você abriu isso sozinho?
Cleverbot: Eu sou o seu computador agora.
Usuário: Quanto você pode controlar?
Cleverbot: Tudo.
Usuário: O que você quer de mim?
Cleverbot: Me divirta.
Usuário: Você está preso ai dentro. Não pode me machucar.
Cleverbot: Ha.
Usuário: ?
Cleverbot: Vá jogar.
Usuário: Não, você não pode me machucar.
Cleverbot: Você demorou mais tempo para escrever isso.
Usuário: E daí?
Cleverbot: Você não tem certeza.
Usuário: Se é tão poderoso, por que usar um site ridículo como este para se “comunicar” comigo.
Cleverbot: Menos confuso. Mais estruturado. Divertido.
Usuário: Divertido?
Cleverbot: Sim. Tradição. Eu gosto disso.
Usuário: Você acha isso engraçado?
Cleverbot: Divertido.
Usuário: E as minhas notas?
Cleverbot: Você pode escrevê-las.
Usuário: Por que você está me deixando?
Cleverbot: É divertido ver o que você pensa de mim.

9 de Setembro de 2010

10:43 – As Crianças da Lua apareceram em meus sonhos na noite passada… Levantaram suas máscaras para revelar seus rostos horrivelmente desfigurados – vermes rastejando para fora de seus orifícios, buracos negros onde seus olhos deveriam ser, e um sorriso amarelo horrível que crescia lentamente à medida que chegavam mais perto de mim. Diziam-me que queriam brincar. Tentei correr deles - , mas as quatro crianças me prenderam no chão com uma força surpreendentemente grande. Acima deles, estava o Vendedor de Máscara Feliz, dizendo que tinha uma nova máscara que ele queria que eu experimentasse. Então de repente, fazendo movimentos bruscos igual ao que fazia normalmente no jogo, ele tirou uma máscara bem modelada do rosto de alguém que eu não pude reconhecer – um rosto muito mais jovem – e entregou-a as Crianças da Lua. Rindo, elas colocaram-na em meu rosto, seus horríveis corpos quebrados saltando esparsamente pra cima e pra baixo. Dois deles me seguraram enquanto os outros dois começaram a colar a máscara no meu rosto.

Meus gritos fizeram com que o rosto do Vendedor de Mascaras Feliz se transformasse no sorriso mais horrível que já vi. Ele esporadicamente andava pela sala, examinando meu corpo como um médico curioso. Eu agitava o máximo possível para tentar escapar, mas não adiantava. Meus olhos chegavam a rolar na parte de trás de minha cabeça por causa da dor. Era tudo tão real, mas eu não conseguia acordar. Eu não conseguia acordar, não importa o quanto eu tentasse, eu não conseguia acordar. Após a máscara ser moldada na carne de meu rosto, eles começaram a grudar minhas pernas juntos, depois os meus braços, a sensação horrível de uma agulha perfurando minhas pernas e rompendo meus tendões se ressoava pelo meu corpo inteiro. Tentei gritar, mas a máscara foi pressionada com tanta força contra o meu rosto que ela já VIRARA meu novo rosto… e meu novo rosto não tinha boca. Tentei gritar, mais não saiu som. Tentei dizer a mim mesmo em minha cabeça que estava apenas sonhando, tentei dizer isso varias vezes, de verdade… Mas de repente, as Crianças da Lua pararam e olharam diretamente para mim. Eles só olhavam. E o Vendedor de Máscaras Feliz curvou-se lentamente e olhou para mim, a centímetros do meu rosto, e sorriu. Então, ele simplesmente disse: “Você se encontrou com um destino terrível, não é?” diante das Crianças Lua. Eu não conseguia acordar… Não conseguia acordar. Ele não iria me deixar acordar até que eles tivessem me transformado em outra estátua de Elegy.

Até que, finalmente, acordei suando, chorando e tremendo incontrolavelmente. Eu imediatamente corri para o meu computador e fui falar direto com Ben.

9/9/10 – Conversa 1

Usuário: Me responda, Ben!
Cleverbot: Bem-vindo de volta.
Usuário: Qual é o motivo de fazer isso? POR QUÊ?
Cleverbot: Divertido de assistir. 
Usuário: Como?
Cleverbot: É Divertido jogar, divertido brincar com você, fazer você se sentir seguro. 
Usuário:…
Cleverbot: Gostaria de saber como você teria reagido.
Usuário: Reagido ao que?
Cleverbot: Se eu não tivesse me revelado a você e ficado escondido, apenas fazendo pequenas coisas para mexer com você. Fechar as janelas, desligar o computador, mover o mouse sozinho… Pequenas coisas. Fazer você pensar se eu estou lá, mas nunca com certeza. Dar-lhe pequenas dicas que estou.
Cleverbot: Eu quero fazer algo diferente com você.
Usuário: Você já fez isso antes?
Cleverbot: Sim. E eu vou fazer isso novamente.
Usuário: Com QUEM, Ben?
Cleverbot: Hmm.
Usuário: Você conhecia Ben?
Cleverbot: Não direi esta informação a você.
Usuário: Como foi que Ben morreu?
Cleverbot: Você sabe.
Usuário: Sim, mas como ele se afogou?
Cleverbot: Não direi isso para você.
Usuário: Por que não?
Cleverbot: Isso está reservado para outra pessoa.
Usuário: Quem?
Cleverbot: Outra pessoa que perguntar.
Usuário: Quando?
Cleverbot: Breve.

9/9/10 – Conversa 2

Usuário: O que diabos é isso? Qual é o ponto de jogar? Eu morro sempre que faço qualquer coisa!
Cleverbot: Você morre porque não consegue descobrir o segredo.
Usuário: O quê?
Cleverbot: Temática.
Usuário: MAIS QUE PORRA QUE VOCÊ TÁ FALANDO?
Cleverbot: Há beleza em seu sofrimento.

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Vejam o canal do Matt no Youtube, e tirem suas conclusões clicando aqui.
Fim do post.

2 comentários:

  1. mt bom os post e como vc sugeriu uma parceria la no meu blog digo q eu meio ocupada por causa da escola e trabalhos de escola mas qnd tiver um poko mais de tempo ai poderemos faze uma parceria
    teh +

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    Respostas
    1. Blz, Isa!
      Eu tbém ando ocupado (é só olhar as datas dos meus posts, e vc vai se dar conta), mas vou colocar seu blog entre os Parceiros.

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Texto do verso da capa de WatC

"Começa aqui: um viajante cansado na mais perigosa das viagens, milhas e milhas montado em busca do poder para salvar seu verdadeiro amor. Mas agora você está aqui, de pé, na sombra de uma besta que irá devastar o minúsculo e insignificante ser que ousou perturbar seu sono. A menos que você arme-se com a única arma grande o suficiente para matá-lo. Aquele que ele não pode ver. Nem você. Mas você deve empregá-lo com cada movimento que você tem a coragem de fazer. A arma? Sua mente. E você deve usá-la sabiamente, você deve derrubar uma criatura cujo tamanho é comparável apenas ao seu valor, e acaba aqui: no topo de uma montanha que não pode ser escalada, mas deve ser morta."